Você sabe que determinado comportamento não lhe faz bem — e, ainda assim, percebe-se repetindo.
Para mulheres que desejam compreender a si mesmas para viver de forma mais consciente.
Conhecer meu trabalho ↓
Às vezes, o problema não está em não saber o que você quer. Está em perceber o que você faz enquanto tenta chegar lá.
Diz “sim” quando gostaria de dizer “não” e depois sente irritação, culpa ou sobrecarga.
Espera que o outro perceba o que você precisa sem que seja necessário dizer — e se frustra quando isso não acontece.
Percebe que algumas discussões, relações ou escolhas mudam de cenário, mas parecem seguir a mesma dinâmica.
Já compreendeu muita coisa racionalmente sobre si, mas ainda encontra dificuldade para agir diferente quando a situação acontece de verdade.
Perceber o padrão é o começo de uma escolha mais consciente.
Algumas coisas não acontecem apenas com você. Elas também acontecem através de você.
Existem padrões que repetimos sem perceber. Na forma como amamos, cedemos, cobramos, nos afastamos, buscamos aprovação, estabelecemos limites ou fazemos escolhas.
Meu trabalho é ajudá-la a perceber esses movimentos, compreender o que existe por trás deles e reconhecer quais escolhas se tornam possíveis quando você deixa de agir apenas no automático.
Reconhecer a sua participação não significa assumir a culpa por tudo.
Compreender a sua participação em uma história não significa assumir a culpa por tudo o que aconteceu. Significa reconhecer aquilo que está ao seu alcance.
Existem acontecimentos que não escolhemos, comportamentos do outro que não controlamos e experiências que nos marcaram.
Mas existe também a maneira como aprendemos a responder, nos proteger, nos relacionar e fazer escolhas a partir disso.
Quando um padrão deixa de acontecer apenas no automático e pode ser percebido, surge uma pergunta diferente:
É nesse espaço que gosto de trabalhar. Não para encontrar culpados. Para ampliar consciência, responsabilidade e possibilidade de escolha.
Perceber. Compreender. Escolher.
Tornar visível o que acontece no automático
Reconhecer padrões que aparecem nas suas emoções, escolhas, relações e comportamentos — especialmente aqueles que parecem acontecer antes mesmo que você consiga pensar sobre eles.
Investigar o que existe por trás
Compreender o que esses movimentos protegem, quais necessidades existem por trás deles e como foram ganhando espaço na sua história.
Construir respostas mais intencionais
A partir da consciência, construir respostas mais intencionais e coerentes com a mulher e com a vida que você deseja construir hoje.
Uma das ferramentas que utilizo é a Análise Corporal.
Seu corpo não determina seu destino e uma leitura corporal não é capaz de contar, sozinha, quem você é.
O corpo oferece pistas. A sua história dá contexto.
A Análise Corporal é uma ferramenta de autoconhecimento que observa características da expressão corporal e as relaciona a padrões de comportamento, necessidades, recursos e formas de proteção.
Essa leitura não é utilizada para colocar você dentro de uma caixa. Ela funciona como um ponto de partida para perguntas, conexões e uma compreensão mais ampla sobre a maneira como você aprendeu a funcionar.
Seu corpo conta uma história. Mas é na conversa entre corpo, história, comportamento e consciência que essa história começa a ganhar significado.
Um encontro com a sua história — sem fórmulas prontas.
Começamos pelo seu momento atual
Antes de qualquer interpretação, quero compreender o que está acontecendo na sua vida, o que trouxe você até aqui e quais questões gostaria de investigar.
Corpo e história são observados em conjunto
Quando a Análise Corporal fizer parte do processo, realizo a leitura observando os elementos corporais em conjunto com a sua história e com as informações que você compartilha.
O objetivo não é procurar uma definição sobre você, mas ampliar a compreensão dos seus padrões, necessidades, recursos e formas de proteção.
Novos ângulos para olhar para si
Organizamos essas informações em uma conversa clara, relacionamos aquilo que foi percebido com situações concretas da sua vida e exploramos novas possibilidades de resposta.
Você não recebe uma sentença sobre quem é. Recebe novos ângulos a partir dos quais pode olhar para si.
É no cotidiano que aquilo que está dentro de nós ganha forma.
Porque é ali que nossos padrões deixam de ser teoria. Eles viram comportamento.
Eu sou Elis Tescaro.
Antes de direcionar meus estudos para o comportamento humano, construí uma trajetória de mais de dez anos na área tributária, da análise à consultoria.
Como contadora, meu trabalho envolvia compreender sistemas complexos, estudar e interpretar a legislação, transformar informações técnicas em algo compreensível e, a partir disso, contribuir para decisões mais conscientes.
Quando olho para minha trajetória hoje, percebo que existe um fio que sempre esteve presente: analisar, compreender, traduzir e decidir.
O objeto de investigação mudou. Antes, eu buscava compreender leis, regras e seus efeitos sobre empresas e decisões. Hoje, meu interesse está voltado ao ser humano: seus comportamentos, necessidades, relações, formas de proteção, escolhas e os mecanismos que ajudam a explicar por que fazemos o que fazemos.
É também por isso que continuo estudando. Minha formação em Psicologia e meus estudos complementares em Neurociência fazem parte da busca por uma compreensão cada vez mais profunda do funcionamento humano — aproximando história, subjetividade, comportamento e aquilo que também podemos compreender a partir do funcionamento do cérebro e do organismo.
Não acredito que autoconhecimento deva terminar na explicação. Entender por que repetimos determinado comportamento pode trazer clareza e compreensão.
Mas existe um momento em que uma nova pergunta precisa surgir:
É nesse caminho entre análise, compreensão e escolha que meu trabalho acontece.
Perguntas frequentes
Preciso estar passando por uma crise para procurar esse trabalho?
Não. O autoconhecimento não precisa começar apenas quando alguma coisa deixa de funcionar. Ele também pode surgir do desejo de compreender melhor seus comportamentos, relações e escolhas.
Preciso conhecer Análise Corporal?
Não. Você não precisa conhecer a abordagem nem dominar nenhum conceito previamente. O primeiro contato também serve para compreender como funciona o processo e esclarecer suas dúvidas.
A Análise Corporal define minha personalidade?
Não. A leitura corporal não deve ser utilizada como sentença sobre quem você é. Ela oferece elementos que podem contribuir para a investigação de padrões, necessidades, recursos e formas de funcionamento quando considerados junto à sua história e ao seu contexto.
Esse atendimento é psicoterapia ou diagnóstico psicológico?
Não. O trabalho apresentado aqui é voltado ao autoconhecimento. Não corresponde a psicoterapia, avaliação psicológica, diagnóstico médico, psicológico ou psiquiátrico e não substitui acompanhamento profissional quando ele for necessário.
Como acontece o primeiro contato?
Você fala diretamente comigo pelo WhatsApp. Pode me contar brevemente o que fez você chegar até aqui, tirar suas dúvidas e entender se o trabalho que realizo faz sentido para o momento que está vivendo.
Você não precisa chegar aqui sabendo explicar tudo o que está acontecendo.
Às vezes, uma boa pergunta já é o começo de uma nova forma de enxergar a própria história.
Se algo do que você leu encontrou uma situação que está vivendo, fale comigo.
Quero entender se esse processo faz sentido para mim